terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Ducati Superquadro L-Twin

          
         Depois to tão aguardado lançamento da DUCATI 1199 PANIGALE a marca revela o segredo do motor desta bela superbike.
          Trata-se do Superquadro L-Twin que do antigo L-Twin 90° só restou a configuração e o controle de válvula Desmodrômica. Com o projeto de ser um membro do chassi onde suas medidas foram recalculadas e divididas de acordo com seu peso e sua força.


         Os rolamentos shell são alimentados à força óleo de perfurações internas no âmbito dos pilares do mancal principal para manter o virabrequim novo bem lubrificado e é rapidamente eliminado de volta para o cárter com a introdução de uma característica nova Ducati, uma bomba de vácuo altamente eficiente estilo de MotoGP.


       No cálculo da configuração ideal para alcançar o próximo grande passo em frente na saída de potência para o motor L-twin, Ducati e engenheiros da Ducati Corse aumentaram a velocidade do motor e respirabilidade reforçada com o furo incrível e curso de 112 milímetros x 60,8 milímetros. O estudo intenso de poder e ridability resultou em uma produção de 195hp @ 10750 rpm e 98,1 lb-ft (13.5kgm) @ 9.000 rpm. A nova relação diâmetro e curso de 1.84:1 efetivamente aumenta rpm com o curso de ultra-curto do virabrequim e aumenta a área de cilindro para permitir maior diâmetro das válvulas. Válvulas de admissão têm aumento de 43,5 a 46,8 milímetros e válvulas de escape de 34,5 a 38,2 milímetros.
        Concorrência é a plataforma sobre a qual Ducati sempre desafiou e medidos em si. É uma disciplina para os designers e engenheiros e os alicerces de motivação para uma empresa em que o constante desejo de vitória tornou-se um modo de vida. O Superquadro é o motor mais potente dois cilindros no planeta e é destinado ao poder do novo Ducati 1199 Panigale com perfeição o desempenho absoluto.





sábado, 10 de dezembro de 2011

MV AGUSTA TRICRUISER CONCEPT

      
    A Mv Agusta famosa pelas suas superbikes deixou escapar imagens de seu possível conceito, trata-se da MV Agusta Tricruiser. baseada no três cilindros de 675cc herdado da F3 e Brutale 675. Assim os italianos pretendem explorar o mercado das Bigtrails hoje liderado por KTM, BMW...




quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Hayabusa VS ZX-14

Já faz dois anos, conceituado site americano de motociclismo realizou um teste comparativo entre as duas principais superesportivas do mundo, a Suzuki GSX-R 1300 Hayabusa e a Kawasaki Ninja ZX-14.

O objetivo era verificar qual destas duas expoentes máximas das motos superesportivas era a mais veloz, a mais rápida, a mais potente, a mais forte e a de melhor dirigibilidade.

Por anos, de 1999 até 2006, este título pertenceu a Suzuki GSX-R 1300 Hayabusa que, desde o seu lançamento, tornou-se um dos maiores ícones da indústria motociclística de todos os tempos.

Mas, sem receber nenhuma atualização ao longo dos anos, com o lançamento da Ninja ZX-14 pela Kawasaki, o reinado da Hayabusa acabou em 2006.

Na verdade, a Suzuki tinha uma “carta na manga”, já dispondo de uma nova versão de sua esportiva topo de linha desde 2005, mas se deu ao luxo de não fazer seu lançamento em função de suas vendas continuarem em bom ritmo, sem serem ameaçadas pela arqui inimiga Ninja.

Quando a Kawasaki lançou a ZX-14, havia uma quase certeza de que, tecnicamente, a Ninja desbancaria a Hayabusa, mas, comercialmente, talvez o efeito não fosse assim tão mortal. De fato, as vendas da ZX-14 não chegaram a ameaçar a supremacia absoluta da Hayabusa (de quase 3 para 1 no mundo), mas a reputação da marca Suzuki e do resto de suas motos poderia ser afetada com esta perda, com o passar do tempo.

Assim, ao final de 2007, como modelo 2008, foi lançada a nova Hayabusa, contando com várias atualizações de motor, quadro, suspensão, freios e vários outros itens.



Sabendo deste lançamento, a Kawasaki também correu para melhorar ainda um pouco mais a sua ZX-14.




É bom lembrar que as características técnicas destas motos estão atreladas à capacidade de sucesso comercial que elas possam ter, sendo considerados para mensuração deste sucesso a quantidade de motos vendidas no mundo e sua rentabilidade, que depende de uma afinada relação entre custo de produção e comercialização com preço final de venda, ou seja, não basta fazer a melhor moto que a engenharia de cada fábrica pode fazer, mas a melhor moto que a maioria dos potenciais consumidores quer ter por um preço considerável e alcançável.

Com base neste contexto é que devemos entender a comparação Hayabusa versus Ninja e verificar qual é a melhor delas.

Em relação ao desempenho do motor, a Hayabusa já demonstrou que retornou com muita disposição para retomar seu posto. Em avaliação num dinamômetro Dynojet 200i a potência máxima do motor da Suzuki alcançou 166.8 HPs contra 161.8 da Kawasaki. Já quanto ao torque máximo, um empate técnico, 102 lbs-ft para a Kawasaki contra 101.4 da Susuki.

Para influenciar o desempenho final, o peso da moto é fator vital e, aí, em todos os quesitos, a Ninja se apresentou mais leve com tanque cheio, tanque vazio, na dianteira e na traseira.

De um lado, a Hayabusa apresenta um motor um pouco mais robusto, mas a Ninja é mais leve. Na pista, qual das duas se sairia melhor?

O resultado para esta pergunta é que, de novo, visualizou-se um empate técnico. Embora a Hayabusa tivesse feito um melhor tempo e uma maior velocidade final numa arrancada de quarto de milha, as diferenças foram mínimas: Velocidade da Hayabusa = 139,36 mph, tempo = 10,378 s; Velocidade da Ninja = 139,08 mph, tempo = 10,398. No entanto, os pilotos de teste afirmaram que seria possível obter uma melhor performance da Hayabusa, com mais tempo, o quê não se aplicaria, da mesma forma, com a Ninja, que já demonstrava ter alcançado seu potencial máximo.